
"Por cima, filó, filó", mas...
Por debaixo dos panos, cadê o "glam"?
Diga à BCBG - e a outras "grifes" - para PARAR de vender a pele alheia!
Quanta covardia!
Tell BCBG to STOP Selling Fur!

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A beleza natural de cada espécie de madeira vive na arte de Eduardo Albuquerque. Arte feita de árvores podadas ou cortadas pelo município, caídas naturalmente, de madeira de demolição, etc. Formatos, linhas, veios e contornos - fontes da beleza real - são preservados. No processo de lapidação, 6 lixas diferentes promovem um brilho impressionante (não há verniz).
"Eu não corto nenhuma árvore e acho isso um crime. A maior parte do que eu pego seria transformada em carvão, despejando carbono na atmosfera. Meu trabalho acaba sendo um fixador de carbono." Eduardo Albuquerque (que divide a oficina com Tora, sua rottweiler). 2
PS: 1. "amei" de presente de uma instituição financeira que sabe que imagem e zeitgeist caminham na estrada da macro trend contemporânea (quiçá eterna): a ecologia. 2. Olha que coisa mais linda, mais cheia de... curvas (absolutamente feminina). 3. Impressão minha, ou o resultado da foto 2 mixa o reflexo da esfera de Escher com o derretimento surreal de Dali?


Victoria nunca passa despercebida. Espertíssima, veste tudo o que poderá "reordenar" e usar no dia a dia. O vestido é de sua grife, os plataforma Louboutin e o caSquete de Philip Tracy, chapeleiro de várias parcerias com McQueen.
E Sir Elton John e marido
Signos góticos no "chapéu" (BARRETE)do ARCEbispo e nas mangas e decote do vestido de Kate.
Duque e Duquesa de Cambridge
Via MTV - Imagem: Instituto Evoluir
"Tudo o que poderia ser inventado, já foi inventado."
Charles H. Duell, oficial do escritório de patentes dos EUA, 1899
Conclusão 1: em matéria de "tendências", navegamos sem GPS!
Conclusão 2: a moda contemporânea é mesmo - e ainda bem - um "supermercado de estilos" (Ted Polhemus, anos 90).
Voltemos ao final do século XVIII/início do século XIX, época do auge da Revolução Industrial.
Imagens e info:

"Em tempos difíceis, as pessoas querem um homem forte."
“Quando as pessoas abrem a GQ, eu não quero que elas se sintam como se estivessem olhando para roupas em garotos de 16 anos de idade. Queremos alguém com alguma idade e que se sinta um homem."
Íntegra do artigo no NY Times.
Repare, por exemplo, nas sandálias primavera 2011 da LV.
Em 2011, as ofertas (tentação) nas vitrines estarão diferentes.
Fonte: tradução (muito) livre (e compacta) do artigo de Eric Wilson/NY Times
Imagens: Google e dbStudio (créditos em postagens anteriores)
Coringa da temporada: Tshirts
Amor à 1ª vista!
Consumo é desejo, emoção?
"Culpa" do capitalismo?
Consumo é hedonismo, moralismo ou naturalismo?
Alvo: tornarem-se mega felizes!
Capitalismo: antiga (século XIX) rede de relacionamentos.
O que é, o que é... Belo? Chic? Cult?
"Assim é se lhe parece" ou "o inferno são os outros..."
Etiquetas (ou tags) cumprem o papel de referenciar "identidades".
Tais "coisas" tornaram-se "pilulas de felicidade".
Consumo = Satisfação # Felicidade
Fashion Josephine
A partir daí, nenhum produto (têxtil, inclusive) da "ilha", terra da Revolução Industrial, poderia ser importado pelo continente europeu.
E Napoleão, simultaneamente, recolocava a moda francesa no seu antigo pódium.
PS: ícones do "estilo militar", como passamanarias e galões são, também, herança fashion do "general".
Imagens: Google
Mas a essência social permanece:
Design é forma e função.
Condicionados a valores sociais. E condições tecnológicas.
Design é história.
Imagens: Google
Calvin Klein - Prim 2011
Seja:
Teorizemos, pois, sobre o "maturialismo".
(Fui a uma reunião com os "caras" há uns 2 anos e o encontro rolou numa lancheteria (coisa chic), na maior informalidade, pero sin perder o foco.
Há no mercado um novo consumidor: ele é maduro.
Essa turma quer:
Resumindo, produtos para adultos. As imagens explicam:
O culto à juventude eterna está envelhecendo.
Não, não queremos fraldas, queremos "mimos"!
Empreendedorismo é, como a moda, uma arte.
A arte de entender não mais o outro, mas o próximo.
Imagens 1 e 2: Fuerza Bruta (assisti em NY há uns 3 anos, pretendo, se possível rever e tb recomendo).
PS: Na contramão dos rumos atuais do mercado, algumas empresas dispensam preocuparem-se com o pós venda. Em julho, comprei 2 vestidos numa loja: o de "festa" ficou ótimo; mas o da ocasião (leia-se liquidação), experimentei correndo, sobre o jeans, e de olho na "tag". Cheguei em casa, arranquei a dita cuja, tomei um banho e vesti o "horror"! Tirei na hora! Fazendo curta uma longa história, a empresa não trocou a peça, porque estava "sem etiqueta". Tudo certo, não fosse a justificativa que recebi, via e-mail, do SAC: sem etiqueta não há troca porque "nossas clientes são muito exigentes". Agradeci por me informarem que eu não pertencia a tão "exclusivo" rol. Mas lá, custe o que custar, não entrego meu dinheirinho. Nunca mais!
os lagartos (ou tartarugas?) renderam-se à rede.
Mas, com relação à descrença - e ao engano - eles não estavam sozinhos .
"Medo do rato?" Ou da aranha?
Imagem: Dale Witherow
O db gosta de moda. Gosta só não, respeita.
COMPREM!
BRAVO!
Imagens: Google, exceto a última (by db)
"O artificial é belo!"
Que belezinha!
Imagens: Likecool