Desde 1987, a empresa é parte do conglomerado LVMH (Louis Vuitton + Moët Hennessy). Mark Jacobs permanece como diretor de criação da marca (em 2011, especulou-se fortemente que ele iria para a Dior, substituindo John Galliano).
Jacobs (contratado em 1997) é o responsável por imprimir um vocabulário novo - às vezes, irreverente - à tradicional empresa que, até então, "desconhecia" o prêt-à-porter. Um belo exemplo são as LVs grafitadas, homenagem a Stephen Sprouse."Marc não leva a moda - nem ele próprio - a sério demais. Mas, ao mesmo tempo, consegue fazer peças lindas, de alto luxo." Sofia Coppola (Vogue - mar/2012)
A exposição que celebra a visão de 2 homens, ao seu tempo, sobre a moda, vai até 16 setembro, no museu Les Arts Décoratifs.



2 comentários:
Pra quem é do ramo, deve ser imperdível. Pena que as coisas aconteçam "lá fora" e raramente chegam aqui.
Já namorei umas LV, mas não é por que as uvas estão verdes, não, mas algumas que até poderiam ser acessíveis ao bolso (em trocentas parcelas) não me agradam de todo. Não gosto muito de exibir (de graça) as marcas por aí...rsrsr E tem tanta falsificação pelo mundo, que se me vissem com uma legítima iam logo pensar que era falsa...rsrs
Bj
Ah, Lucia, como eu queria estar lá ou... que fosse aqui ; > )
Quanto às bolsas, também acho que ser um "outdoor" ambulante é "de menos". Mas as LV em jeans - apesar das letrinhas e florinhas - são muito lindinhas.
bjnhs
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