Caras, Quem, Vogue, Oscar? No, no, no!
Essa foi a "cobertura" da cerimônia de formatura dos Designers de Moda - turma 2011 - da UCAM, hoje (euzinha lá embaixo, trajada de formada).
A beca (a veste tradicional) - cansei de avisar às marinheiras de 1ª viagem - é... pouco agradável, especialmente no verão. Preconceito? Não! Questão de tecnologia têxtil, uma das cadeiras da profissão: tecidos sintéticos são mais "em conta" e não amassam, mas... se está frio, não aquecem, e se está quente, não deixam a pele respirar. De que as becas são feitas? De poliéster, babe: "Alalá ooooh, ai, que calor..."
Desidratações à parte, a tradição teve élan de festa, com direito (ou dever?) a hino, discursos, abraços, fotos (muitas fotos!) e beijinhos. O (re) encontro, certamente, matou e deixou (mais e muitas) saudades na gente.
Caros colegas: sucesso!
Prezados professores: obrigada!
Mega Mãe, Super Brother, Querida Amiga e todos os meus Amores, in loco ou em conexão remota: sem palavras, só letras: "vlw"!
Mimo luxuoso a cada um dos, agora, Fashion Designers.
Origem: Prof. - querida por todos nós e homenageada na cerimônia - Vera Lima. A-M-E-I o tesouro!
Imagens: TrustInfo Soluções Web (seu site, sua empresa)
INFO 3C __________________________ COOL & CULT & CUTE. DAQUI, DE LÁ OU DE QUALQUER LUGAR.
SURFACE DESIGN by DBStudio
fevereiro 29, 2012
fevereiro 27, 2012
Hollywood, o Templo da Moda
Ontem, na terra da "madeira sagrada" - Hollywood - foi o dia do "maior espetáculo da terra" americana.
Interessantemente, o filme arrebatador de estatuetas, na 84ª edição da festa, foi mudo, em preto e branco, e francês: O Artista.
O Brasil, concorrendo na categoria de trilha sonora original, perdeu. Compreensível: o samba é uma graça (o filme também: Rio é muito fofo!), mas... é original?
Além de premiar os "melhores" do ano na 7ª arte, a noite do Oscar é ...dia de moda, aliás de merchandise. As estrelas não compram o que usam: escolhem dentre o que as grifes lhes oferecem, performando, em contrapartida, como vitrines ambulantes globais. Essa campanha publicitária não tem preço!
Ontem, na moda, a noite foi grega.
Oscar é festa de gala, black tie, que significa e justifica o exagero (mesmo discreto ou displicente). Brilhar, ofuscar, aparecer, acontecer, respirar e inspirar... o mundo!
> Merril Stripe, a "dama de ferro", vestiu Lanvin
Interessantemente, o filme arrebatador de estatuetas, na 84ª edição da festa, foi mudo, em preto e branco, e francês: O Artista.
O Brasil, concorrendo na categoria de trilha sonora original, perdeu. Compreensível: o samba é uma graça (o filme também: Rio é muito fofo!), mas... é original?
Além de premiar os "melhores" do ano na 7ª arte, a noite do Oscar é ...dia de moda, aliás de merchandise. As estrelas não compram o que usam: escolhem dentre o que as grifes lhes oferecem, performando, em contrapartida, como vitrines ambulantes globais. Essa campanha publicitária não tem preço!
Ontem, na moda, a noite foi grega.
Oscar é festa de gala, black tie, que significa e justifica o exagero (mesmo discreto ou displicente). Brilhar, ofuscar, aparecer, acontecer, respirar e inspirar... o mundo!
> Merril Stripe, a "dama de ferro", vestiu Lanvin
Bullock: Marchesa - olímpica
Chastain: McQueen - design
Jolie: Versace - poder
Williams: L.Vuiton - ok
Jovovich: Elie Saab - Miss "merchan"
Spencer: A.Shoji - modelagem 10
Paltrow: T.Ford - deusa
Cruz: Armani Privé - debutante
Portman: Dior Vintage - brilho pessoal
Imagens: Getty e Vogue.
fevereiro 26, 2012
fevereiro 25, 2012
Re Vitaliza Rio
Uma versão curta (30' e nada mais) do vídeo que o db fez da última música da festa (vide post anterior), repleto das cores metálicas (a_do_ro!) do Klimt. Dance, dance, dance....
PS: conheço um molequinho muito queridinho, espertíssimo e roqueirésimo que vai adorar o batidão. Falaí, Pedro!
Carnaval e Re Vital Iz Ação
Revitalizar: trazer novamente à vida. Salvar. Recuperar.
Sem ação, nada disso pode acontecer. E foi desvitalizado que o Rio ficou por muito tempo, afinal, sem VP (lá embaixo, explico), quase nada de bom acontece e o que era ok desaparece.
Hoje, na
, neste sábado que ainda "acredita" ser de Carnaval, uma festa família, lindamente pacata, democrática, limpa e movida a samba, reggae, funk, marchinha, frevo, rock e samba'n roll (de Tim Maia a White Stripes, tá ótimo, ou quer mais?) me fez parar, fotografar, filmar, dançar, sorrir e crer que, no que depender de gente do bem, "o Rio de Janeiro continua lindo, o Rio de Janeiro continua sendo o Rio de janeiro, fevereiro e março..."
Valeu, Sufridus!
PS: no dicionário do db, VP = vontade política.
Mudança na Passarela
Quem assistiu a Zoolander (filme de 2001) deve ter ficado estarrecido com a cena em que modelos masculinos, depois de performarem uma briga com gasolina, acendem cigarros. A comédia faz uma crítica a um estereótipo antigo: a beleza versus o intelecto.
Sob o título "O Negócio da Beleza", a revista "The Economist" (17 fev) informa que o perfil dos modelos definitivamente mudou. Apesar da carreira ser "curta", os "suportes" da moda estão preparados para a transição entre a aposentadoria compulsoriamente precoce e uma nova profissão.
Entre as "veteranas", Gisele Bundchën é exemplo: em 2011, ela faturou US45 M, entre a passarela e outros negócios (como uma franquia internacional de lingeries e a campanha do shampoo Pantene, que só no Brasil teve um aumento de vendas de 40%). Heide Klum é outro caso de sucesso: a apresentadora do Project Runway (que no Brasil chamou-se Projeto Fashion) recebeu, no ano passado, US20 M. O patrimônio de Kate Moss teve, comparativamente, um crescimento "modesto" (US14 M), mas - honra tamanha - uma estátua da modelo, a "heroin chic" dos anos 70, encontra-se no Museu Britânico.
Para quem almeja a passarela como profissão, um detalhe relevante: atualmente, as agências estão à procura de modelos com background educacional, pontuais e que... não vivam "badalando" com frequencia. Responsabilidade social? Puritanismo? Não e não! É que atrasos e ressacas custam... dinheiro!
Sob o título "O Negócio da Beleza", a revista "The Economist" (17 fev) informa que o perfil dos modelos definitivamente mudou. Apesar da carreira ser "curta", os "suportes" da moda estão preparados para a transição entre a aposentadoria compulsoriamente precoce e uma nova profissão.
Entre as "veteranas", Gisele Bundchën é exemplo: em 2011, ela faturou US45 M, entre a passarela e outros negócios (como uma franquia internacional de lingeries e a campanha do shampoo Pantene, que só no Brasil teve um aumento de vendas de 40%). Heide Klum é outro caso de sucesso: a apresentadora do Project Runway (que no Brasil chamou-se Projeto Fashion) recebeu, no ano passado, US20 M. O patrimônio de Kate Moss teve, comparativamente, um crescimento "modesto" (US14 M), mas - honra tamanha - uma estátua da modelo, a "heroin chic" dos anos 70, encontra-se no Museu Britânico.
Para quem almeja a passarela como profissão, um detalhe relevante: atualmente, as agências estão à procura de modelos com background educacional, pontuais e que... não vivam "badalando" com frequencia. Responsabilidade social? Puritanismo? Não e não! É que atrasos e ressacas custam... dinheiro!
fevereiro 24, 2012
A Bela é Fera
fevereiro 22, 2012
Stylist: Cabelo, Pele, etc.
Cabelo profissionalmente desgranhado, pele impecavelmente corrigida e foco "mate" no baton ; > )
Imagens: Pringle of Scotland - London FW Out/Inv 2012

Imagens: Pringle of Scotland - London FW Out/Inv 2012

Assinar:
Postagens (Atom)





























